O desenvolvimento histórico do ensino superior no Brasil colonial (1500–1822)
DOI:
https://doi.org/10.58210/ri3802Palavras-chave:
Ensino superior, Brasil colonial, educação jesuítica, história da educação, formação das elitesResumo
Este artigo analisa o processo histórico de constituição do ensino superior no Brasil durante o período colonial (1500–1822), buscando compreender as razões de sua tardia institucionalização em comparação às colônias espanholas na América. A pesquisa adota abordagem histórico-bibliográfica, fundamentada na análise de obras da historiografia brasileira e da história da educação, com destaque para autores que discutem a formação social, política e educacional do Brasil colonial. Os resultados indicam que a ausência de universidades no território brasileiro durante grande parte do período colonial não decorreu da inexistência de demanda social, mas de uma estratégia política da Coroa Portuguesa voltada à manutenção da dependência intelectual e administrativa da colônia em relação à metrópole. Conclui-se que as primeiras experiências de ensino superior estiveram associadas à atuação da Ordem Jesuíta e que mudanças mais significativas ocorreram apenas após a transferência da Corte Portuguesa para o Brasil, em 1808.
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